Aprendi mais uma.
Uma reflexão sobre o dogmatismo, a intolerância e os preconceitos.
Miscelânea - mistura de variadas compilações literárias, mistura de coisas diversas; mixórdia; confusão, amontoamento; salgalhada.(segundo o dicionário Aurélio). A valorização das identidades culturais na vida urbana é um desafio importante na metrópole paulistana para o reconhecimento de seus habitantes entre si. A arquitetura e o urbanismo podem construir esse lugar. Criar os lugares de encontro, da memória, os lugares para a criação, o lugar de cada um e o lugar de todos.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
6000 é um número bonito
6000 visitas no último dia do ano é algo gratificante. Identidade que se encontra via internet.
Talvez seja uma boa conquista nesse aspecto divulgar ideias que encontram eco em algum lugar. Não tenho pretensões por essa via, apenas escrever e deixar registrado aquilo que me toca. Sentimentos, olhares e reflexões. Um bom ano certamente eu terei em 2014. Desejo o mesmo a todos.
Talvez seja uma boa conquista nesse aspecto divulgar ideias que encontram eco em algum lugar. Não tenho pretensões por essa via, apenas escrever e deixar registrado aquilo que me toca. Sentimentos, olhares e reflexões. Um bom ano certamente eu terei em 2014. Desejo o mesmo a todos.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Fim de ano, feliz ano novo
Viver a vida já é uma batalha diária.
Mas viver o fim de ano com as festas que trazem ausências doídas é tarefa hercúlea.
Parece uma barreira do som e da luz que tenho que passar.
Sobrevivi.
Estou me reorganizando para viver os momentos, mais do que viver os sonhos, que são só sonhos, materialidade da mente.
Melhor será viver cada dia, cada conquista e deixar para trás o que não se pode mudar.
Tarefa difícil pra mim que sou guerreira por natureza, inconformada, obstinada pelos meus sonhos e contra as injustiças da vida.
Mas a vida dos sentimentos é fruto da vontade dos homens e esta ninguém de fora pode mudar.
Por isso afastar da mente os sonhos impossíveis é uma forma de viver a justa medida da vida com as suas mãos e suas próprias pernas e esquecer a terceira perna. Como diz Clarice Lispector, não se pode andar com três pernas. Viver no justo corpo que nos cabe como o balé de Pina Bausch.
Feliz ano novo a todos os meus amigos, filhos queridos, irmãos e sobrinhos.
Mas viver o fim de ano com as festas que trazem ausências doídas é tarefa hercúlea.
Parece uma barreira do som e da luz que tenho que passar.
Sobrevivi.
Estou me reorganizando para viver os momentos, mais do que viver os sonhos, que são só sonhos, materialidade da mente.
Melhor será viver cada dia, cada conquista e deixar para trás o que não se pode mudar.
Tarefa difícil pra mim que sou guerreira por natureza, inconformada, obstinada pelos meus sonhos e contra as injustiças da vida.
Mas a vida dos sentimentos é fruto da vontade dos homens e esta ninguém de fora pode mudar.
Por isso afastar da mente os sonhos impossíveis é uma forma de viver a justa medida da vida com as suas mãos e suas próprias pernas e esquecer a terceira perna. Como diz Clarice Lispector, não se pode andar com três pernas. Viver no justo corpo que nos cabe como o balé de Pina Bausch.
Feliz ano novo a todos os meus amigos, filhos queridos, irmãos e sobrinhos.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Filmes da semana
O mordomo da Casa Branca e Ana Arabia
O primeiro a estória de um mordomo e do racismo nos EUA. Fiquei emocionada no final quando ele reconhece já em idade avançada a confusão para enxergar o que se passa no mundo, na vida, na família. O elenco me comoveu, Forest Whitaker, Oprah Winfrey, David Oyelowo, John Cusack, Jane Fonda, Cuba Gooding Jr., James Marsden. Foi sem querer que entrei naquela sessão, fui à deriva, dei sorte e não consegui perder um segundo do filme.O segundo mostra uma família onde árabes e judeus estão entrelaçados e a estória acontece em movimento pelo caminhar da jornalista por um espaço quase que rural dentro da cidade moderna conversando com as mulheres e os homens da casa-pátio-casa do diretor israelense Amos Gitai. O cinema-arquitetura se misturam também aqui. Dormi no início do filme, isso tem acontecido ultimamente quando a luz se apaga, tal é o meu cansaço.
Acordei com o movimento constante da câmera num ritmo emotivo e quase musical. Uma frase de uma das mulheres ficou na minha cabeça, achei-a tão triste que não ouso escrevê-la.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Cinema sempre com o Robert de Niro - Malavita
A Família - sessão sexta à noite
Não sabia nada sobre o conteúdo do filme, uma amiga me recomendou e disse que era com o Robert de Niro, era a senha para eu me interessar. Adoro sua atuação, brinco que seria o único homem mais velho que eu, com o qual me casaria. Um policial de ritmo instigante, os atores jovens são ótimos e me pareceu uma grande homenagem a outros filmes com o tema da máfia. Além de tudo divertido.
Las Acacias - sessão domingo à noite
Filme bonito, mas um pouco lento para o meu ritmo, uma estória humana bem realista, de transformação de um homem solitário diante da meiguice de uma mulher. Argentino.
Não sabia nada sobre o conteúdo do filme, uma amiga me recomendou e disse que era com o Robert de Niro, era a senha para eu me interessar. Adoro sua atuação, brinco que seria o único homem mais velho que eu, com o qual me casaria. Um policial de ritmo instigante, os atores jovens são ótimos e me pareceu uma grande homenagem a outros filmes com o tema da máfia. Além de tudo divertido.
Las Acacias - sessão domingo à noite
Filme bonito, mas um pouco lento para o meu ritmo, uma estória humana bem realista, de transformação de um homem solitário diante da meiguice de uma mulher. Argentino.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Filmes recentes - o cinema me embala
Ferrugem e Osso - bruto e sensível, delicado ao mesmo tempo - filmaço
Wrong - Ótimo - absurdo e divertido
Amor Pleno - não entendi nada
Hanna Arendt - Ótimo - a banalização do mal e a recusa à reflexão leva a barbaridades
O Concurso - divertido
Os Amantes Passageiros - absurdo e divertido - Almodovar
Antes da Meia Noite - Ótimo
Depois de Maio - Simples e da minha geração
Tese Sobre Homicido - Ótimo mas não e o melhor com Ricardo Darin
Em Casa:
Homenagem a Gandolfini - sessão Familia Soprano por vários dias no fim das férias.
Antes do Amanhecer
Minha Vida de Cachorro
O Poderoso Chefão III sempre...
Melancolia - uma metáfora sobre a vida
Wrong - Ótimo - absurdo e divertido
Amor Pleno - não entendi nada
Hanna Arendt - Ótimo - a banalização do mal e a recusa à reflexão leva a barbaridades
O Concurso - divertido
Os Amantes Passageiros - absurdo e divertido - Almodovar
Antes da Meia Noite - Ótimo
Depois de Maio - Simples e da minha geração
Tese Sobre Homicido - Ótimo mas não e o melhor com Ricardo Darin
Em Casa:
Homenagem a Gandolfini - sessão Familia Soprano por vários dias no fim das férias.
Antes do Amanhecer
Minha Vida de Cachorro
O Poderoso Chefão III sempre...
Melancolia - uma metáfora sobre a vida
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Trabalho, amigos, amores e crescimento
A vida tem me levado a intensificar minha inserção no trabalho. Pensava em diminuir o ritmo. Ainda não consegui. Mas aos 58 anos tenho muitos planos pela frente. Estou caminhando um pouco a deriva construindo o registro de coisas importantes. Não sei porque me interessa tanto a memória e a documentação do espaço, dos desenhos, dos pensamentos daqueles que respeito e dos meus próprios. Encontrei muitas coisas bonitas nos meus cadernos, escritos e desenhos. Acho que o fazer é mais importante do que o resultado. Estou aprendendo que o caminho é mais importante do que o final, pois este ninguém sabe como se concretizará. Estou encontrando pessoas que vão me ajudar na organização daquilo que desejo preservar. A vida vem colocando-as no meu caminho. Vi o Brasil se manifestar de modo confuso e me emocionei novamente com o coletivo. Acho que os que lutam por um Brasil melhor deveriam abandonar arrogâncias e agregar os que tem os mesmos objetivos mas práticas diferentes.
Todos acabam contribuindo para o motor da história. Perdi coisas e pessoas importantes pra mim mas as perdas trouxeram crescimento e avanços na visão do mundo. Quero conquistar a saúde para a pele que habito, me encaixar no corpo da justa medida dos bailarinos da Pina Bausch. Uma nova vida se inicia com a intimidade perdida. O absurdo de um novo tempo "antes da meia noite".
Diálogos maiores com o conhecimento.
Todos acabam contribuindo para o motor da história. Perdi coisas e pessoas importantes pra mim mas as perdas trouxeram crescimento e avanços na visão do mundo. Quero conquistar a saúde para a pele que habito, me encaixar no corpo da justa medida dos bailarinos da Pina Bausch. Uma nova vida se inicia com a intimidade perdida. O absurdo de um novo tempo "antes da meia noite".
Diálogos maiores com o conhecimento.
domingo, 2 de junho de 2013
Filme "Moscou não acredita em lágrimas"
Meu filho trouxe um filme para vermos juntos, desistiu e o sono o venceu. Impossível não se sensibilizar com este filme sendo mulher mãe e sonhadora de uma sociedade igualitária e justa. Nem no socialismo soviético se resolveu a submissão da mulher aos sentimentos de solidão e abandono na criação dos filhos sozinhas.
Uma questão maior que se submete à questão econômica. O filme é otimista quando se fala a frase título e propõe a ação para resgatar o amor perdido. Mas mesmo naquele contexto é o homem que soluciona a conquista do amor e da família. A mulher supera-se pelo trabalho e estudo mas não como dona do seu afeto, o vazio da solidão permanece.
Um bom filme para se refletir mas que mesmo assim fortalece o espirito.
Uma questão maior que se submete à questão econômica. O filme é otimista quando se fala a frase título e propõe a ação para resgatar o amor perdido. Mas mesmo naquele contexto é o homem que soluciona a conquista do amor e da família. A mulher supera-se pelo trabalho e estudo mas não como dona do seu afeto, o vazio da solidão permanece.
Um bom filme para se refletir mas que mesmo assim fortalece o espirito.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Ainda o desenho à mão e a vida
Descobri que desenhar à noite na hora de dormir funciona como um livro quando fico acordada pensando na vida. O problema é que o desenho absorve, consome e quando vejo já é tarde demais. Um prazer descoberto recentemente. Tenho feito autos-retratos a partir de fotos ou usando o celular como espelho. Divertido, e você pode dar um zoom num detalhe ou outro para aperfeiçoar o desenho. Desenho a caneta tipo nanquim descartável e comecei a introduzir cor com pastel de boa qualidade. Mas ando com uma necessidade de desenhar num espaço maior com carvão, me vejo fazendo isso, assim como, me vejo correndo como na cena do filme "O lado bom da vida" (o Robert De Niro está impagável) nas ruas à noite. Tomar o ar fresco da madrugada. Faço isso da minha janela da sala. O vento que bate me encanta e de noite e de dia respiro este ar fresco antes de dormir ou de começar o dia.
Gosto desse lugar.
Quando terminar a série de desenhos vou postar.
Gosto desse lugar.
Quando terminar a série de desenhos vou postar.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Filmes em 2012-2013
Além das Montanhas
Bárbara
Argo
Django
Um alguém apaixonado
Intocáveis
Infância Clandestina
Eu, Verônica
Fausto
Bárbara
Argo
Django
Um alguém apaixonado
Intocáveis
Infância Clandestina
Eu, Verônica
Fausto
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Um filme pela paz
"O filho do outro", um filme sensível sobre Israel e a Palestina. Uma história inusitada que cria laços imprevisíveis que superam a irracionalidade da guerra sem deixar de ser crítico.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Luiz Gonzaga - um dos reis brasileiros, o do baião
Vi o filme do Luiz Gonzaga no domingo. Fui à sessão das 20:30, horário que todo mundo em São Paulo começa a encerrar seu domingo para enfrentar mais uma semana de trabalho.
Normalmente não gosto muito de filmes biográficos pois às vezes são descrições enfadonhas de fatos que já conhecemos e não há a surpresa da ficção.
Mas, este me surpreendeu. Gostei de tudo, atores, fotografia, um retrato do Brasil dos preconceitos e da alegria nos rincões mais distantes do sertão nordestino apesar da dura vida do sertanejo.
Me comoveu muito a relação de pai e filho, sabia superficialmente dos conflitos mas a reconstrução dos laços rompidos de maneira tão bonita e a constatação de que as circunstâncias definem muitas das nossas atitudes, me fez refletir sobre minha vida e meus afetos, por onde andaram e como eles se modificaram.
"O homem é o homem e a sua circunstância" como disse o filósofo espanhol José Ortega y Gasset (1883-1955).
Isso explica muito da vida, pena que no desenrolar dos fatos não enxergamos as circunstâncias como algo importante para as escolhas na vida.
Quando o filme acabou eu não conseguia sair do lugar, primeiro pela música, mas parecia que a estória ainda estava ali e olhei para os lados e vi que ninguém se levantava para ir embora mesmo já sendo o fim do domingo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Filmes da semana
Além da liberdade - o extremo de uma luta que perde de vivenciar momentos cruciais dos laços afetivos mais caros, será que isto é justo?
A beira do caminho - Brasil da solidão com a música de Roberto Carlos, João Miguel como sempre ator que transmite a verdade do personagem, o garoto é surpreendente.
A beira do caminho - Brasil da solidão com a música de Roberto Carlos, João Miguel como sempre ator que transmite a verdade do personagem, o garoto é surpreendente.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Cenas de um Casamento, Bergman, revisto depois de 30 anos
Vi em duas sessões Cenas de um Casamento do Bergman na versão feita para a TV. Feito em 1973, auge da ditadura no Brasil. Acho que vi no final dos anos 70 ou início dos 80, não me lembro. Era a discussão das relações afetivas no auge do interesse dos jovens casais como eu.
Estava com receio de ver e me decepcionar, ou ainda que me levasse para lembranças dolorosas, ou ainda de achar velho demais para o momento.
Nada disso. Foi muito bom ver de novo. E ver como este cineasta era avançado para a época e os dias de hoje. As questões colocadas neste filme me mostraram que algumas delas são de caráter universal e não necessariamente ligadas a uma sociedade ou cultura. Suécia, padrões econômicos e culturais elevados e mesmo assim, ali estavam os nossos problemas, de homens e mulheres e sua vida como casal e envolvimento familiar.
O casamento, um estado específico de relacionamento a dois instável cheio de defeitos e acomodações. O filme traz cenas impagáveis, como a mulher que se consulta e conta que fez um pacto com o marido para separarem-se só quando os filhos crescessem mesmo sabendo que não havia amor no casamento. Liv Ullman expressa em cada olhar uma interiorização de seus sentimentos. E ela como personagem que aposta em seu casamento "com gosto de maçã mordida como diz Cazuza". Genial. E a solução encontrada no final, do relacionamento possível é muito bonito, a cumplicidade, amizade e intimidade que não se perde mesmo com eles vivendo outros casamentos. Vale a pena assistir esta versão.
Este filme me deixou feliz de ver de maneira mais aberta, como se um mundo se abrisse sem o pré conceito de um caminho linear.
Estava com receio de ver e me decepcionar, ou ainda que me levasse para lembranças dolorosas, ou ainda de achar velho demais para o momento.
Nada disso. Foi muito bom ver de novo. E ver como este cineasta era avançado para a época e os dias de hoje. As questões colocadas neste filme me mostraram que algumas delas são de caráter universal e não necessariamente ligadas a uma sociedade ou cultura. Suécia, padrões econômicos e culturais elevados e mesmo assim, ali estavam os nossos problemas, de homens e mulheres e sua vida como casal e envolvimento familiar.
O casamento, um estado específico de relacionamento a dois instável cheio de defeitos e acomodações. O filme traz cenas impagáveis, como a mulher que se consulta e conta que fez um pacto com o marido para separarem-se só quando os filhos crescessem mesmo sabendo que não havia amor no casamento. Liv Ullman expressa em cada olhar uma interiorização de seus sentimentos. E ela como personagem que aposta em seu casamento "com gosto de maçã mordida como diz Cazuza". Genial. E a solução encontrada no final, do relacionamento possível é muito bonito, a cumplicidade, amizade e intimidade que não se perde mesmo com eles vivendo outros casamentos. Vale a pena assistir esta versão.
Este filme me deixou feliz de ver de maneira mais aberta, como se um mundo se abrisse sem o pré conceito de um caminho linear.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Na estrada
Fui ver o filme do Walter Salles, porque o acho sério e profundo nos seus filmes, além de sua estética sutil e apurada, fiquei decepcionada, só as duas atrizes americanas (Kristen Stewart e Kirsten Dunst)) dão um show de interpretação e as paisagens americanas com tomadas dignas de Walter Salles. O resto tudo me pareceu longo e monótono. A atriz Alice Braga parece atriz de um único filme, Cidade de Deus, talvez quando mais jovem fosse mais natural, o resto não me convence.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Filme de hoje e de ontem
Febre do Rato - poesia, fotografia em branco e preto espetacular e os atores fantásticos. Expõe a dor da vida como ela é, sem maquiagem. Hoje
E aí comeu? - divertido aborda as angústias da solidão do ponto de vista masculino de modo sensível. Será? Ontem
Deus da Carnificina - o segundo melhor do mês - mundo contemporâneo sem sensibilidade. A casa caiu e ninguém vê. Semana Passada
O que eu mais desejo - O mais legal visto este mês. Vale a pena. As crianças são demais. E o Japão se revela um pouco entre o velho e o novo. Semana passada 2
sábado, 9 de junho de 2012
Filmes do último fim de semana
O que eu mais desejo - Japão , crianças, delicadeza, amor, esperteza, criatividade
A delicadeza do amor - vem de algo mais, amor sem delicadeza não sobrevive
Violeta foi para o céu - duro e triste, ousadia mas isolamento na sua luta e poesia.
A delicadeza do amor - vem de algo mais, amor sem delicadeza não sobrevive
Violeta foi para o céu - duro e triste, ousadia mas isolamento na sua luta e poesia.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
DOIS FILMES QUE TRATAM DOS LIMITES
PINA BAUCH
Fui ver este filme para não pensar e só ver beleza. Impossível. O corpo, os sonhos e alma se confundem. Hoje me conscientizei que meu corpo não comporta o que sei e o que quero fazer. Cada bailarino desse filme me mostrou o conteúdo e o continente, como dizia meu amigo Manuel sobre as palavras do arquiteto Joaquim Guedes, a cidade tem que conter aquilo que cabe nela. Só há um corpo em cada um, e neste corpo só cabe um.
HABEMUS PAPAM
Vi neste filme que devemos respeitar nossos limites e as escolhas sempre envolvem perdas e ganhos, são riscos conhecidos.
PINA BAUCH
Fui ver este filme para não pensar e só ver beleza. Impossível. O corpo, os sonhos e alma se confundem. Hoje me conscientizei que meu corpo não comporta o que sei e o que quero fazer. Cada bailarino desse filme me mostrou o conteúdo e o continente, como dizia meu amigo Manuel sobre as palavras do arquiteto Joaquim Guedes, a cidade tem que conter aquilo que cabe nela. Só há um corpo em cada um, e neste corpo só cabe um.
HABEMUS PAPAM
Vi neste filme que devemos respeitar nossos limites e as escolhas sempre envolvem perdas e ganhos, são riscos conhecidos.
sábado, 14 de abril de 2012
As Neves de kilimanjaro e o socialismo
Filme de hoje -
As Neves de kilimanjaro. O socialismo de carne e osso, belo filme baseado no poema "Os Pobres" de Victor Hugo. França em crise atual operários socialistas. Uma visão da vida concreta onde os valores são existentes pela prática e o amor de um casal socialista construído sobre a confiança. Saí do cinema leve com a convicção de que é possível a lealdade e igualdade entre homens e mulheres.
As Neves de kilimanjaro. O socialismo de carne e osso, belo filme baseado no poema "Os Pobres" de Victor Hugo. França em crise atual operários socialistas. Uma visão da vida concreta onde os valores são existentes pela prática e o amor de um casal socialista construído sobre a confiança. Saí do cinema leve com a convicção de que é possível a lealdade e igualdade entre homens e mulheres.
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Sempre tomei sol. Desde que me tornei adolescente curtia tomar sol no quintal da minha casa no Campo Belo, quer dizer casa da minha mãe e do...
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