terça-feira, 1 de novembro de 2011

Belo Horizonte I

Belo Horizonte, um ritmo diferente. São Paulo nos solicita o tempo todo. Mesmo com os grandes problemas urbanos, o ritmo é diferente. A cidade mais horizontal nas cercanias da Pampulha. A lagoa é linda, um belo parque, o perímetro soma dezenove quilômetros segundo um motorista de taxi. Juscelino quem fez segundo ele, um orgulho na voz. Sabia quem era Niemeyer e quais eram suas obras. A arquitetura é de domínio popular na Pampulha. Interessante isso, orgulho das obras do arquiteto e dos azulejos de Portinari. Hoje pude observar melhor o novo centro administrativo de Niemeyer. Os edifícios de vidro escuro formam um belo par, acompanham a curva do lago, não sei se artificial. Os outros dois edifícios parecem um pouco descolados do conjunto envidraçado, mas talvez eu deva olhar cuidadosamente. De qualquer maneira, uma observação superficial a partir da visão do ônibus do aeroporto. Mas, é assim que a cidade é, para ser observada por quem passa, antes de ser vivida. Mas, desta vez gostei mais do que a primeira visão do ano passado. Não me importo de mudar o olhar sobre a arquitetura. O olho ve coisas novas a cada tempo.

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